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Jardins Mágicos – 5 melhores jardins Botânicos para visitar em Lisboa

Jul 15, 2021

Se é um amante da natureza e se surpreende sempre com a sua magia e poder de adaptação, ou se apenas procura uns momentos de sossego, hoje trazemos até si sugestões de alguns dos melhores jardins botânicos que deverá visitar em Lisboa que o ajudarão a descansar do típico caos do dia a dia. Admirar a natureza é sempre um caminho certo para isso: não há lugar para deceções, apenas deleite!

Jardim Botânico de Lisboa

Desde 2010 que o Jardim Botânico de Lisboa, situado no Monte Olivete, é considerado Monumento Nacional. O local escolhido para este jardim teve mais de dois séculos de tradição no estudo da Botânica, iniciado com o Colégio Jesuíta da Cotovia, aqui sediado entre 1609 e 1759.

O Jardim Botânico de Lisboa é um jardim científico que foi concebido em meados do século XIX para complementar o ensino e a investigação moderna em botânica na Escola Politécnica. Começou a ser plantado em 1837 com uma enorme diversidade de plantas oriundas dos quatro cantos do mundo em que existiam territórios sob soberania portuguesa, refletindo a importância da potência colonial que Portugal então representava, tentando passar o papel na Europa que não era de apenas uma pequena e marginal nação.

Atualmente, desde a última grande intervenção no final dos anos 30, a ordenação sistemática primitiva do plano superior do Jardim foi substituída pelo agrupamento de espécies em conjuntos ecológicos. Eles atendem a vários ramos da pesquisa botânica, demonstram ao público e às escolas a grande diversidade de formas de plantas e múltiplos processos ecológicos, enquanto representam um meio importante e eficaz de conservação de plantas em ameaçadas pela possibilidade de extinção.

O Jardim é particularmente rico em espécies tropicais da Nova Zelândia, Austrália, China, Japão e América do Sul, o que atesta a suavidade do clima de Lisboa e as peculiaridades dos microclimas criados. Portanto, se procura privacidade e aconchego no coração de Lisboa, o Jardim Botânico de Lisboa contrasta totalmente com a agitação da cidade através das suas cores e sombras, os cheiros e os sons. Atente à notável diversidade de palmeiras, oriundas de todos os continentes, o que confere um inesperado ambiente tropical em diversos locais do Jardim. Encontre as Cicadáceas que são um dos ex-libris do Jardim. Volte no tempo com os autênticos fósseis vivos que representam estas floras antigas, a maioria das quais já extintas.

Jardim Botânico Tropical

Situado em Lisboa, na emblemática zona de Belém, num espaço de quintas e casas de recreio da nobreza portuguesa dos séculos XVI a XVIII, junto ao Mosteiro dos Jerónimos, o Jardim Botânico Tropical ocupa uma área total de cerca de 7 hectares, integrando em si um Parque Botânico aberto ao público com 5 hectares. O jardim está classificado como Monumento Nacional.

Desde 2015 que o Jardim Botânico Tropical faz parte da Universidade de Lisboa, atualmente gerido em conjunto com o Museu de História Natural e da Ciência e o Jardim Botânico de Lisboa e desenvolvendo atividades de caráter científico, educativo, cultural e de lazer, no âmbito da preservação e valorização do património e difusão da cultura científica sobre as ciências tropicais e a história e memória da ciência e tecnologia nas descobertas, expansão e colonização portuguesas.

O Parque e Estufas do Jardim Botânico Tropical reúne um grupo de cerca de 600 espécies de todo o mundo, como os dragoeiros das Canárias e da Madeira e as araucárias da América do Sul. A maioria das espécies é de origem tropical ou subtropical, no entanto, algumas são originárias de regiões temperadas. A maioria delas estão rotuladas, portanto, uma visita aqui pode também ser uma experiência de aprendizagem!

Estufa Fria de Lisboa – Parque Eduardo VII

Junto ao Parque Eduardo VII, no alto da bela avenida da Liberdade, encontra-se um dos locais mais tranquilos e agradáveis de Lisboa, onde pode passear sozinho ou com a família entre os pequenos lagos, as pequenas grutas e as altas plantas que compõem um cenário tão bonito que quase parece mentira. O local de que estamos a falar é a Estufa Fria de Lisboa, onde ao entrar temos a sensação de estar numa minifloresta, onde se pode sentir o ar puro!

A Estufa Fria é a área principal, e o seu nome indica o facto de que não há sistema de aquecimento. Possui uma cerca ripada de madeira imóvel que protege as plantas dos rigores do inverno e do intenso calor do verão. A ripa condiciona a intensidade da luz, proporcionando uma temperatura ideal para acomodar espécies de várias partes do mundo, como China, Austrália, México, Peru, Brasil, Índias Ocidentais e Península Coreana. Destacam-se a camélia, a azaléia e o feto de árvore da Tasmânia.

Embora seja conhecido pela sua estufa fria, na verdade, este paraíso vegetal abriga três diferentes estufas para garantir que as espécies de todo o mundo sejam bem cuidadas. Portanto, há também uma estufa quente e ainda, imagine, uma estufa doce!

A Estufa Quente, que tem uma cobertura de vidro que permite o aquecimento do ar, é o local que recebe plantas oriundas de climas tropicais, como o café, a mangueira e a bananeira. E, por último, a Estufa Doce, que é pequena, mas não menos interessante: é onde vivem os cactos!

Parque do Palácio de Monserrate

Fora da cidade de Lisboa, mas na sua região, a apenas uma viagem de 30 minutos de carro, dentro do Parque Natural e Protegido de Sintra-Cascais, também pode encontrar fantásticos e enormes jardins botânicos: exemplos fantásticos dos Jardins Românticos.

Se o Palácio de Monserrate, testemunho único do ecletismo do século XIX, uma das mais belas criações arquitetónicas do Romantismo em Portugal, com as suas influências góticas, indianas e mouriscas, não o leva de imediato para o outro lado do mundo, os seus jardins certamente deixam-lhe essa viagem garantida.

O exuberante parque que estende esses motivos exóticos e vegetais para o exterior do palácio, apresenta espécies dos quatro cantos do mundo organizadas por áreas geográficas: possui uma área acolhedora com plantas da América Central (Jardim do México), um vale de samambaias, um jardim de rosas e um jardim japonês. Descubra este jardim que foi o primeiro a ter sistema de rega em Portugal, passei pelas lagoas que se construíram a diferentes alturas para que tenham águas de diferentes temperaturas ou descubra os jardins de rosas que os nobres consideraram suficiente para disfarçar os maus cheiros. O relvado, em frente ao palácio, permite uma pausa relaxante durante a descoberta de um dos mais ricos jardins botânicos portugueses. É uma volta ao mundo sem sair de Sintra.

Parque do Palácio da Pena

Na mesma área temos também o incomparável Parque e Palácio da Pena que além de, possivelmente, ser o mais peculiar e distinto dos palácios europeus e o mais belo exemplo do romantismo do século XIX e faz parte dele o incrível, belo e mais representativo jardim botânico da região de Lisboa. Para além da bela história de amor por detrás da sua construção, conta-se que D. Fernando II também teve ciúmes dos jardins do Palácio de Monserrate, tendo esse ciúme como inspiração para o seu trabalho.

O Parque e Palácio da Pena aliam a procura do exotismo ao fascínio pela natureza. Entre árvores exóticas e espécies autóctones, descubra os vários monumentos que formam um conjunto imperdível.

Este mítico parque de 85 hectares é composto por diversos jardins e áreas ajardinadas com espécies nativas e exóticas de todo o mundo. Possui também um extenso sistema de água que inclui cascatas, tanques, lagos e fontes, além de pequenas construções decorativas localizadas no parque.

As magníficas vistas deste parque histórico sublinham o ambiente romântico, cuja capacidade de seduzir e surpreender, mais de um século depois, continua viva.

Graças a este artigo ‘Jardins Mágicos: os 5 melhores jardins botânicos para visitar em Lisboa’, já não precisa de ficar horas à procura de informação. Tem aquí tudo o que precisa para uma esplendida estadia em Lisboa! Já agora, qual dos Jardins você está mais animado para visitar primeiro? Deixe-me saber deixando um comentário breve abaixo. “

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